Bobeia, vamos voltar a ser colônia (Ed. 08//08)

Os cretinos do Estado Podre vão vender tudo. 20 projetos de usinas elétricas estão atrasados, montadoras de automóveis reduzem a produção o quanto podem, várias estão paradas. Bobeia, desmontam tudo e levam para outro país. Há um limite para as perdas que estão tendo. Gleise Hoffmann faria uma demontração, indo à frente gritando “Viva  Maduro”. O rumo ao buraco quase negro continua e remamos para 15 milhões de desempregados.

Temer quer ser lembrado como o “Presidente das Reformas”. As trabalhistas, previdenciária, tributária e política. Seja lá o que se consiga será melhor do que o que se tem. Permita-se que  fique até o fim. Não precisamos ser taxados de sermos uma “Republiqueta de Bananas” com quatro presidentes em qutro anos. Em 01/2019 o STF enviará a denúncia ou denúncias para Curitiba e que tenha uma aposentadoria de sobressaltos, como Lula, indo e vindo depor. Que seja condenado pelos crimes que ieria cometido.

Os canalhas do Estado Podre continuarão a exigir propina para a aprovação de projetos em concorrências, mesmo que a concorrência seja limpa, sem formação de cartéis ou alguma combinação entre concorrentes. O vencedor continuará na dependência do Estado Podre onde algum burocrata de vigésimo escalão, com curso secundário incompleto, mas que passou em concurso público irá continuar a encontrar alguma coisa errada no projeto ou o engavetará. Informará à linha de seus superiores o que motivará algum imbecil o pagamento de propina para desengavetar. É muito fácil encontrar erros num projeto. Pode até ser a desobediência de norma de formatação do texto da proposta.

O Estado Podre não tem recursos para reativar os projetos parados ou reativar, por exemplo, as sondas da Petrobrás. A saída será vendar tudo a quem der mais, a Petrobrás ficando de fora. Os compradores não irão se arriscar a comprar alguma coisa onde haja participação do Estado Podre por haver o risco de serem achacados em alguma parte da operação do que comprarem.

Vamos virar colônia, dependentes da recuperação e reativação do parque industrial.

Ser colônia será pior do que ser do terceiro mundo. Mas, ao que parece, não há alternativa.

Ernesto Lindgren
Cidade Online
07/08/2017

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