Final cretino, boçal, estúpido, idiota, etc.

Apropriado seria pegar os “guerrilheiros urbanos” da década de 70, arrastá-los pelos fundilhos das calças e colocá-los na tribuna, no Congresso, e obriga-los a justificar seus comportamentos, porque é lá, nos “anos de chumbo”, entre 1971 e 73, que tudo começou.

Como admitiu Fernando Gabeira ao senador Magno Malta, a proposta daqueles imbecis era o de implantar, no Brasil, uma “ditadura do proletariado”, tomando como referência os escritos de um “perdido na sua obtusidade intelectual”, Karl Marx e o maluco beleza, Mao Tse Tung.

Foram para o sertão, na tal Guerrilha do Araguaia, em 1970, para promover o “levante dos camponeses” como se aqui fosse a China. Cambada de palhaços. Levante coisa nenhuma. O que conseguiam levantar era copo de cachaça, como fazia o que seria seu guru, o tal de Lula, um semianalfabeto que no final ficou embevecido pelas mordomias proporcionadas pelos donos do poder e se tornou um puxa saco de empreiteiros.

Aqueles imbecis das guerrilhas fracassaram porque imaginaram que poderiam impedir que o petardo saindo de um canhão seria retido se amarrassem seus corpos na boca do dito cujo. Foi um período em que era permitido externarem suas burrices, incluindo Dona Dilma que se envolveu com um bando de ladrões e assaltantes de banco com o objetivo de financiaram suas campanhas.

Derrotados, e passado o tempo, juntaram-se a um líder sindical que abarretava multidões de operários, indignados com o arrocho que os militares impunham ao povo.

Aquele líder, instado por profissionais da malandragem no meio político, fundou um partido, o Partido dos Trabalhadores, que veio a se tornar o que mais influenciou o destino do País nos últimos 30 anos.

Criado o PT, tornou-se o abrigo de todo tipo de vigarista. À frente os idiotas dos tempos da “guerrilha urbana”. Aquela gente nunca teve um “projeto” para o País. Nunca se preocuparam com os elementos básicos do planejamento: planos, programas, projetos, meios e execução.

Cambada de idiotas. O PT abrigou o que de pior havia naquela época (1985) e é surpreendente como supostos intelectuais ao partido se juntaram, sujeitando-se às sandices de um semianalfabeto. E agora estamos tendo esse final cretino promovido por ninguém menos do que um dos fundadores do partido, o advogado Hélio Bicudo. Deveria se envergonhar de ter participado dessa farsa.

Essa mistura de vigaristas, picaretas e supostos intelectuais da esquerda, que não entenderam Marx nem Mao, arrasaram o País, tendo havido uma competição entre as chamadas “direita” e “esquerda” para ver quem roubava mais.

Ernesto Lindgren
CIDADE ONLINE
11/05/2016

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