Sérgio Méééél, Paulo Melado, Jorge Picanha

Lavaram a égua. Perpetraram o maior “conto do vigário” na história do Estado do Rio.
Em lugar de pó de ouro, como faziam os esvravos quando lavavam uma égua, esfregando pó de ouro no animal, colavam milhões de notas de real nas lombadas das vacas de Jorge Picanha.
Paulo Melado ficava numa fazenda trocando malas cheias de bugigangas, exigindo milhões de reais dos cidadãos alegando que as vacas iriam para um casarão cujo dono era ajudante de um vigário na igreja local. O ajudante era o filho de Jorge Picanha.
Méééél, Melado e Picanha se meteram com Jacob Sinantrópico especialista em transportar notas de reais nas costas de seus parentes, todos sinantrópicos.
Essa história vai terminar levando todos para o casebre de Méééél onde aguardarão uma ordem de soltura assinada por Gigi Emenda.
Tá tudo controlado.
Ernesto Lindgren
CIDADAONLINE
14/11/2017

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