Pensou que fosse estrume

O semi-deportado Pedregulho pegou a mala de um diretor da JBS, achou pesada e, de olhos esbugalhados, fugiu do restaurante. O coração batia de felicidade imaginando refestelando-se na sua banheira no meio do estrume molhado.

O semi-senador “Eu sou neto do Tancredo”, indignado, está grudado no telefone pedindo penico, dizendo que os dois milhões que pediu a um dos donos da JBS era para pagar despesas com advogado. Liga, implora, deixa recados, mas ninguém liga de volta. Essa bosta ambulante quis ser presidente da República e se pode imaginar o assalto aos cofres públicos que promoveria se fosse eleito.

Entrevistado na TV Bandeirante, no domingo passado, com reprise ontem (22/05), FHC foi incapaz de citar um único político que pudesse assumir a dianteira e se apresentar como alguém que o País pudesse vir a reconhecer como o estadista que precisa. FHC poderia resumir sua posição dizendo “Só tem ladrão que toma banho de estrume”.

No meio dessa desordem O Cara, Lula, teve a cara-de-pau de se apresentar como salvador da pátria. O Cara está, inteiramente, coberto de estrume, que se infiltrou no seu cérebro. Quando se encerrarem todos os processos que responde, enfrentará mais de 50 anos de cadeia em regime fechado. A torcida é grande para que aconteça e O Cara está apavorado procurando uma saída para conseguir imunidade. Mas, não há saída. Seu destino está traçado.

O destino do País é incerto, coisas deploráveis continuando a acontecer. Por exemplo, foi triste o espetáculo a que se prestou participar o cientista Molina tentando desqualificar a fita gravada por um dos donos da JBS quando conversou com o semi-presidente Temer. Para o bem e felicidade de seus netos não deverá incluir o vexame no seu currículo.

Os bandidos que começam a ser presos deveriam ser transferidos para o presídio de Pedrinhas usando saiote, sutiã e batom. O neto de Tancredo ficaria uma gracinha.

Ernesto Lindgren
CIDADE ONLINE
23/05/2017

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