PARTE 6 – O FUTURO NÃO É UMA FOTOGRAFIA

Oráculo é a visão do futuro. E o que é o futuro?
Geralmente a palavra futuro é entendida e usada para anos à frente. Mas nós aqui vamos usá-la para designar o espaço à frente e no qual nós estamos sempre entrando a partir do minuto seguinte. A razão disso é que o futuro não é uma fotografia de um instante lá nos anos à frente como as pessoas querem defini-lo e entende-lo.
O futuro é de fato o espaço de tempo que começa já agora e se estende para frente não sabemos até quando, alguns dizem até o infinito. O conceito importante é que o que você fizer no minuto seguinte já está construindo aquele futuro do qual você tem uma expectativa. A idéia que esquecemos é que nós construímos nosso futuro e já o estamos fazendo a cada minuto.
E como é que construímos o futuro?
Construímos com a imaginação. Estamos acostumados a usar a imaginação sem tomar consciência do que estamos imaginando. Aliás, o mais comum é se pensar que, o que acontece no cérebro são pensamentos. Não estamos acostumados a examinar as imagens que nosso cérebro cria. O grande poder dos humanos é a imaginação, mas com o uso da consciência. Imaginação sem a consciência pode ser apenas fantasias ou passatempos, bons ou maus, gerando o prazer ou o sofrimento. A consciência das imagens que você , o teu cérebro está criando, dá a você o poder de determinar o seu destino.
Nossos cérebros estão constantemente construindo ações para o futuro. Podem ser as coisas mais simples tais como levantar e ir beber água, ou olhar o relógio. Mas se um camundongo passar correndo na sua frente, você levará um susto porque este filme não estava no cérebro. São as surpresas.
DESTINO E FATALIDADES – coisa triste
Todo filme ou imagem do cérebro tem a característica de conter emoções, que podem ser prazerosas ou desgostosas. Outra característica importantíssima é que você vai fazer o que está no filme se ele te der prazer, mas se for emoção ruim você vai procurar fazer outro filme para escapar do desprazer. Se você não encontrar alternativa para outro filme então você fará o filme, mas certamente com má vontade, sem motivação.
O cérebro está sempre criando o resultado futuro e já produzindo emoções, tudo antecipadamente. Você pode saber de antemão o futuro que você está construindo.
Pode ser para o minuto seguinte ou anos à frente.
Imagine que você está no escritório ou em casa e deve sair para tratar de coisas particulares ou do seu trabalho. Seu cérebro cria vários filmes, e com a ajuda de sua consciência ele analisa os resultados de cada visita ou encontro, permitindo a você ajustar o filme para os resultados que você quer. Uma das coisas mais comuns a serem ajustadas são as emoções que você sente quando está imaginando os encontros.
Outra coisa interessante é que com a sua experiência ( informações) , ele analisa as partes onde pode existir ameaças ao resultado desejado.
Aqui temos duas coisas para examinar, AMEAÇAS e RESULTADOS.
O cérebro faz isso automaticamente usando as experiências passadas.
Um profissional novo fará com muito mais dificuldade e riscos e usando mais a consciência e com certo grau de ansiedade. Um profissional experiente o fará quase automaticamente.
Atividades rotineiras passam pelo cérebro de uma maneira muito rápida e sem analise das ameaças e sem focar a atenção nos resultados. Mas as emoções estão sempre presentes antecipadamente!
Olhando as coisas rotineiras, uma merece destaque por sua importância no futuro. Estou falando dos RELACIONAMENTOS e dentro deles existe o mais importante de todos que são os relacionamentos familiares. Não estou me referindo ao futuro das coisas materiais, mas das coisas emocionais.
Pode ser que em algum momento os relacionamentos no trabalho ocupem uma posição de destaque, mas ambos são rotineiros e automáticos e os resultados se repetem sempre.
Resultados desastrosos ou ruins dos encontros costumam se repetir, mais com os familiares e a técnica apropriada para modificar a criação automática de imagens é a seguinte:
Depois que o resultado ruim acontece de fato e não na imaginação, você deve esperar a cabeça esfriar bem, e use uma técnica para relaxar, pode ser meditação ou caminhar com a cabeça levantada, isto é sem olhar para o chão, porque se ficar olhando para o chão o cérebro imediatamente começará a se lembrar de situações negativas. Ao contrario, olhar para cima fará você entrar num estado positivo com bons pensamentos imagens. Quando você está se lembrando ou criando imagens de resultados ruins dizemos que você está num estado sem recursos, porque nesse estado você fica impaciente ou irritadiço e sem alternativas.
Após isso, você já deverá estar um estado de recursos. Agora você vai rememorar a cena, mas mudando o resultado ruim para um bom ou ótimo, para ambos e vai ensaiar esta nova cena muitas vezes para um bom aprendizado pelo cérebro. Esta necessidade de ensaiar, mas tem de ensaiar com prazer, é necessária por causa do automatismo já instalado no cérebro por experiências anteriores. Alem disso a mudança do futuro, isto é, a não repetição de cenas desastrosas, vai exigir boa vontade e desprendimento porque cada um de nós possui regras de como as coisas devem acontecer e por isso será necessário mudar algumas regras. Será necessária muita reflexão para identificar as regras e fazer uma avaliação se aceita ou não mudá-las totalmente ou parcialmente.
Depois de bem ensaiado, você deve planejar alguns testes. Para isso escolha um espaço adequado, um ambiente calmo e relaxante, sem a presença de outros e sem acontecimentos estressantes à volta. Nunca no café da manhã, nas refeições, e na hora de dormir, porque esses momentos são muito importantes para começar o dia, ou para uma conversa agradável com a esposa e filhos, e se for na hora de dormir, para evitar uma conversa desagradável justamente num momento necessário para haver um relaxamento e uma preparação para uma noite bem dormida.
Mas existe um empecilho poderoso que compromete o sucesso do trabalho e que se chama CONTROLES.
CONTROLES
É uma função inata dos seres. Desde o inicio da vida que a sobrevivência exige que o ser tenha controles sobre os fatores externos que podem produzir resultados desastrosos. Estes fatores são as AMEAÇAS aos resultados.
Resultados são a permanência da vida. Pode-se dizer que a vida se constitui de resultados e que muitos deles sofrem forte influencia de ameaças externas. Alem disso, o cérebro humano tem a habilidade de “enxergar” ameaças que ele próprio “inventa”, e que neste mundo moderno com as cidades apinhadas de gente e com as tecnologias de comunicação funcionando a todo vapor como a TV e as redes sociais, noticiando desgraças sem parar, as ameaças se multiplicaram tremendamente.
A função CONTROLE pode ser bem observada quando se trata de ameaças externas, e se torna mais fácil examinar as regras que estão sendo desrespeitadas.
A função CONTROLE é nativa e acontece de forma inconsciente e faz você achar que está sempre com a razão.
O grande problema das regras é que quando você percebe ou sente que uma delas foi furada, surge imediatamente a IRRITAÇAO e você nem percebe que já está irritado. Mas a irritação também é uma dádiva da natureza para a sobrevivência. Nos tempos das cavernas as regras não podiam ser ignoradas nem desobedecidas senão o risco de morte era grande. A irritação tinha o objetivo de fazer as regras serem obedecidas.
Mas há um preço a pagar, porque ela gera o stress que por sua vez faz as glândulas supra-reunais produzirem hormônios em excesso que se tornam prejudiciais à saúde.
Olhando o mundo atual onde vivemos, pode-se dizer que este mundo está sendo inadequado para o cérebro, isto é a evolução desenvolveu funções cerebrais para uma vida primitiva num ambiente mais natural. Inadequado como?
Sim porque uma das funções principais do cérebro é garantir a sobrevivência e para isso ele se especializou em analisar as ameaças e imaginar antecipadamente os resultados ruins, para o ser poder escolher qual a ação a tomar. A evolução produziu um cérebro habilitado para as ameaças de milhões de anos atrás, um cérebro capaz de imaginar e criar e que trouxe o homem até aqui. Mas esse enorme poder de imaginar e de criar, também criou o complexo mundo atual, e assim poderíamos dizer que o cérebro criou um mundo que é muito difícil para ele viver, isto é, inadequado para ele.
O que vemos hoje é uma divulgação excessiva de desgraças, crimes e violências que geram no cérebro comandos para as glândulas produzirem hormônios para atender situações emergenciais, mas que nesse nosso mundo atual se constituem em situações permanentes. O cientista Dr Hans Selye descobriu os efeitos maléficos do stress continuado que faz surgir as doenças não especificas isto é não causadas por bactérias e vírus, tais como cardiopatias, gastrites, reumatismos, krohn, artrites, etc.
Mas uma coisa boa e´que talvez esse nosso mundo esteja promovendo um desenvolvimento acelerado no uso da consciência.
Outra coisa boa, é que esse nosso cérebro tão criativo esta criando as soluções para os tremendos problemas que ele mesmo está criando, mas isso é tema para uma outra ocasião.
Alem dos problemas dos relacionamentos existem situações que ocorrem fora do ambiente de casa e que podem ser também estressantes e, portanto muito propícios para aplicar uma técnica mais elaborada.
Que situações são essas?
Existe uma lista bem divulgada dessas mais estressantes. Alguma delas são:
-Separação conjugal
-Problemas com os vizinhos.
-Viagens de avião.
-Reuniões com o chefe(algumas).
-Apresentações publicas em geral.
-Reuniões de negociação e vendas-
-Visitas para reclamar e defender seus direitos.
-Consulta medica.
-Procedimentos médicos.
-Pressão para conseguir os objetivos.
A lista pode ser muita extensa, e a intensidade do stress varia com a pessoa e com o momento que ela está passando, e assim a aplicação da técnica poderá exigir mais trabalho e repetição mais para uns do que para outros.
De qualquer modo, vá em frente confiante porque a técnica não machuca e só pode trazer benefícios.
IMAGINAÇAO COM CONSCIENCIA – Escapar do destino.
Para as situações acima você terá de examinar bem as cenas que está criando. O exame das cenas não pode ser feito num estado emocional que esteja ligado ao possível resultado delas. Você deverá estar num estado de calma e tranqüilidade e que se chama ESTADO DE RECURSOS. Existe algumas técnicas para isso, como RELAXAMENTO, YOGA, MEDITAÇAO, CAMINHAR, OLHAR PARA CIMA. O uso de uma dessas técnicas vai depender de quão envolvido emocionalmente você está com o possível resultado que está sendo produzido pelas cenas.
Em qualquer situação será de grande efeito examinar o filme antecipado. O exame deve começar com a pergunta,
Qual o resultado que eu quero? E que resultados você pode querer?
Esta pergunta pode ser um tipo de “pegadinha”, porque todos sabem que resultado quer, mas o principal é definir o “como”, o processo, as etapas, o local, o espaço onde o encontro vai acontecer e principalmente o estado emocional adequado para a negociação.
A definição bem clara do resultado que se quer, e do como, vai permitir ao cérebro construir um filme o mais realista possível.
Outra razão para o filme ser o mais realista possível é que no momento em que você põe o pé na rua começam os imprevistos. Você não está agindo só, nem está vivendo numa cidadezinha de 5.000 habitantes. Seu cérebro vai analisando os imprevistos e buscando alternativas, tudo sob o calor das emoções e das ameaças que geram preocupação, ansiedades ou medos, e estes estados emocionais podem tirar o foco dos pontos mais importantes.
Nesse ponto do surgimento das emoções, cada pessoa é bem diferente da outra e até dele mesmo, daquele que fez o filme lá no conforto da casa ou do escritório. Informações no papel ou nos discursos podem ser iguais para todos, mas a maneira como lidar com elas vai depender das emoções. No momento em que a informação entra no cérebro, ela adquire vida e poder, podendo ser um poder positivo para garantir o sucesso do resultado ou não.
Imprevistos podem ser informações novas e que podem ser ameaças ao resultado desejado. Quem analisa e sente a ameaça é o cérebro. E como ele faz isso?
Ele faz usando informações lembradas de experiências anteriores suas ou de outros.
Isto vem acontecendo desde os tempos primitivos do homem das cavernas, há milhões de anos.
Um caçador experiente tem muitas informações das experiências anteriores e a cada uma dessas informações está associada uma emoção que pode ser boa ou não e esta emoção é que vai ser usada para a escolha das opções a seguir. Ele passa suas experiências para os outros no calor da fogueira à noite. Mas emoções variam de individuo para individuo e o que pode trazer um grande prazer para um pode ser diferente para outro e provavelmente será! O que traz um desafio prazeroso para um poderá ser uma ameaça para outro.
E para um mesmo caçador, um dia ele está confiante e vencedor e num outro ele está desconfiado e temeroso, basta a “ULA dar-lhe uma porrada no café da manhã “.
Assim em que condições ou estado emocional você está criando, analisando e definindo o resultado que você quer?
Essa condição se chama ESTADO. Você pode estar vivendo a situação e certamente com as emoções pertinentes e nesse caso você está num estado ASSOCIADO, por exemplo, vendo um bom filme, ou discutindo com um familiar, ou assistindo um jogo de futebol.
Mas você pode figurativamente “dar um passo para trás, para fora da cena” e olhar os acontecimentos, olhar os participantes da cena ou reunião, e sem ficar emocionado, analisar os interesses de cada um, inclusive o seu, isto é o resultado que você quer. Este ESTADO se chama de DESASSOCIADO e lhe dará condições de enxergar mais opções para negociar.
Resumindo :
Agora que você está acreditando que cada um de nós está inconscientemente sempre construindo os resultados futuros, nos mostrando nossos próximos passos podemos praticar a técnica ORACULO.
Os ingredientes são:
1 – Em estado desassociado definir os resultados que você quer, com uma lista dos benefícios, vantagens, dinheiro, etc. tudo que fará você feliz. Fazer o filme, ensaiar muitas vezes, ensaiar até ter certeza de que você já sabe bem o papel. O cérebro aprende pela repetição
2 – Em estado associado passar o filme do resultado desejado com as seguintes características, o mais detalhado possível, por exemplo, você pode aumentar o tamanho da sua imagem, com cores, o que vai fazer você se sentir mais forte e mais confiante. Use esta variável, tamanho, (chamamos estas variáveis de submodalidades), para você ter mais recursos internos. Você pode também colocar as pessoas que lhe intimidam, em tamanhos bem pequenos, fazendo-o se sentir mais confortável. Você pode fazer os personagens dançarem, pularem, deitarem, sumirem, qualquer coisa que faça você se sentir mais dono da situação.
Estas simulações tem de levar em conta o espaço ou o ambiente onde acontecerão. Lembre-se, o futuro acontece sempre num espaço. Assim se possível escolha o espaço ou ambiente mais adequado.
Musicas tem o poder de mudar seu estado. Por exemplo, as marchas militares podem fazer você um sujeito super corajoso. Uma sonata de Beethoven pode botar você pra cima ou pra baixo dependendo dela. Mozart tem peças muito interessantes. Cuidado com as musicas populares que geralmente puxam o baixo astral.
Bem colorido, use bastantes cores. Nunca faça um filme em preto e branco ou cinzento.
Sorria sempre. Se for difícil criar prazer, finja o prazer, dê uma boa gargalhada que fará você feliz imediatamente. O cérebro não sabe distinguir o falso do verdadeiro. Como disse Guimarães Rosa tudo começa com fingimento.
Você pode, e é capaz de fazer o filme que quiser. Para vencer, ou para perder. Todos os grandes eventos começaram com um filme. Todos os pequenos também. Simplesmente todos.
Gosto muito da fuga do Conde de Monte Cristo. O abade criou um filme maravilhoso escapando da prisão e as emoções do filme do abade contagiaram Edmond Dantés. Emoção é que faz o milagre, é que faz acontecer.
3 – Com a mente associada e sentindo um enorme prazer, passar o filme varias vezes, observando os destaques das submodalidades, e sempre valorizando as vantagens e benefícios que vão justificar o grande prazer.
4 – responda à pergunta: porque eu quero tudo isso?
5 – Acredite! Você está construindo os filmes de sucesso do futuro. Não é incrível!
6 – Defina quem pode ajudar onde você precisar.
7 – Não esqueça de analisar as possíveis ameaças
8 – Nunca esqueça que alguma coisa pode dar errado e portando não fique ansioso. O erro faz parte da vida. Entenda que ele é um aprendizado.
Um amigo que viveu alguns anos junto aos esquimós, leu este texto e rindo comentou, você usou quase 12 mil palavras para descrever um sujeito otimista; e eu respondi também sorrindo que preferia olhar por um ângulo diferente, eu escrevi 11.770 palavras para ajudar alguém a ser mais feliz e a todos os que com ele estão relacionados.
Napoleon disse :” Erre muito!”
Como? Napoleon não disse isso nunca!
Bem eu estou falando de meu amigo Napoleon que mora nas Barrancas Suaves, junto do riacho sem águas chamado de “Luna Seca”, que fica no deserto de Sonora no Mexico. Luna seca porque não havendo água não há o reflexo da lua, e então o povo não vendo esse reflexo passou a chamar o riacho de Luna Seca.
Um dia, sentados em toscos banquinhos feitos de couro de cabras, e cansado de nada fazer, de não ter nada para olhar a não ser o riacho seco, o horizonte sem fim, e alguns abutres se divertindo com as correntes de ar, eu perguntei a ele.
Napoleon, qual foi o seu maior erro?
Foi eu ter nascido.
Como?
Si, Si, meu pai era descendente de franceses, e esperavam um filho lindo tipo Gaulês, e até escolheram o nome Napoleon, e quando viram essa feia criatura nascendo chegaram a cuspir para os lados (deu um cusparada escura de mascar tabaco para exemplificar e quase me acertou).
E qual foi o seu segundo erro?
Foi dar a minha coleção de escorpiões para meu futuro sogro.
Como?
Si, Si, os escorpiões saíram da gaiola e mataram toda a família do sogro, inclusive minha noiva. (Napoleon exibiu um ligeiro sorriso mostrando que estava brincando)
E qual foi seu terceiro erro?
Foi matar meus inimigos antes da hora.
Como?
Si, Si, os inimigos nos ensinam coisas sabias.
Como?
Si, Si, aos inimigos você escuta e fica pensando no que farão e então você desenvolve novas idéias e soluções. Aos amigos você escuta e logo esquece e então não aprende nada!
Gostei da sabedoria disso, e perguntei a seguir,
Napoleon, você errou muito?
Si, Si, mas para mim erros não são erros, são aprendizagem. Erro e aprendizagem são duas palavras para a mesma coisa.
Como?
Si, Si, são duas palavras para experiências.
Napoleon, posso usar isso nas minhas estórias?
Si, Si, mas não coloque autor desconhecido, coloque autor: Napoleon de las Barrancas Suaves Del Riacho Luna Seca.
Acordei, olhei ao redor para ver se havia escorpiões, fui ao banheiro, tomei vários goles de água, deitei e antes de fechar os olhos vi o Napoleon sorrindo e piscando o olho para mim e dizendo,
Si, Si amigo.
PS: Napoleon é um Xamã!
Até mais!
José Augusto Sathler

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