Os DOI-CODI da esquerda

São os domicílios dos 137 mil aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro que ainda não receberam suas aposentadorias ou pensões do mês de março porque ganham mais do que dois mil reais. Neles são torturados pela agonia e aflição com pilhas de contas para pagarem, listas de remédios que não podem comprar e que são cruciais para as suas sobrevivências.

Sãos os hospitais onde milhares de brasileiros são torturados pela falta de atendimento porque não há médicos para atendê-los. Outros milhares jazem em corredores acomodados em macas ou até mesmo no chão deitados sobre colchões finos de plástico, cobertos por lençóis finos e sujos, alguns aguardando serem encaminhados para uma sala de cirurgia para operarem uma hérnia, tratarem de um braço ou perna fraturado. Parte daqueles milhares fizraem parte da “nova classe média” criada por São Lula da Silva e que agora voltaram a fazer parte da “classe média do café com leite e pão com manteiga” que se amontoam em favelas onde voltaram a comprar uma caneca de feijão ou arroz e não um quilo no supermercado que durante algum tempo frequentaram.

São os milhares de quilômetros de rodovias esburacadas onde motoristas de caminhões são torturados pelos danos que os buracos causam em suas viaturas ou pelo desespero de ficarem atolados aguardando, às vezes por dias, serem rebocados por um trator da fazenda nos arredores da rodovia.

São as dezenas de instituições de ensino do setor privado que torturam jovens enviando-lhes boleto cujo valor deveria ser pago pelo programa social criado pelo mesmo São Lula da Silva. Jovens da mesma “nova classe média” que agora voltou a ser a classe de pobres e até mesmo miseráveis.

São as instituições de ensino superior, federal, operando em prédios que há anos não são reparados do que resulta salas de aulas de cujos tetos vaza água em dias de chuva, lâmpadas penduradas em fios por onde escorre água da chuva criando o risco de um curto circuito.

E por ai vai, todo tipo de DOI-CODI da esquerda torturando brasileiros de todas as classes sociais.

Do que fala Santa Teresa Dilma de Calcutá, como à presidente Dilma se refere o senador Mago Malta, que, repetidamente cita o fato de ter sido torturada durante o período de governos militares? Por qual razão não cita a agonia da viúva do major Zazá que foi assassinado com um tiro por uma chamada “guerrilheira” urbana durante o mesmo período? Essa viúva, agora com 80 anos, também foi torturada pela perda do marido, pela agonia de criar sozinha quatro filhos menores de dez anos depois que o marido morreu. Madre Teresa Dilma de Calcutá talvez tenha sido torturada pelo coronel Brilhante Ustra, mas que tal também identificar a assassina do major Zazá e incluir seu nome em documento que seria anexado aos anais do movimento designado como Tortura Nunca Mais?

O deputado Bolsonaro talvez tenha feito apologia da tortura, mas a esquerda também a faz, ignorando as torturas que os chamados guerrilheiros urbanos impuseram na guerra suja da guerrinha urbana nos anos 1971-1973, os “Anos de chumbo”.

Temos ai a montagem de um provável governo de Michel Temer como presidente, na montagem querendo se incluir o senador José Serra que seria nosso Ronald Regan almejando ser eleito presidente da República em 2018, aos 74 anos de idade?

203 milhões de brasileiros estão sendo torturados pelo governo da esquerda, um DOI-CODI que levou o País a um mergulho no escuro, sua economia descendo ladeira abaixo com um ritmo de 120 mil de desempregados a cada mês. De que maneira esse Brasil sairá do atoleiro onde se meteu? Como reativar uma indústria com mais de 50% de ociosidade? Como convencer donos de comércio que fecharam seus estabelecimentos a reabri-los? Onde conseguirão crédito para fazê-lo e com que juros?

Que milagre seria esse de um governo liderado por Temer usando os mesmos colaboradores da Madre Teresa Dilma de Calcutá?

É o caso de se dizer, diante do atual momento da vida nacional, “Me engana que eu gosto”.

Ernesto Lindgren

Revista CIDADE ONLINE

26/04/2016

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