Os bons companheiros e a latrina do Cabral (Ed. 20/11)

Tem que ver para crer, na ilustração, o que esse Cabra(l) fez com nosso dinheiro.

Cabral chorou na cela. Possivelmente de saudade de sua latrina polonesa onde aquecia seu bumbum. Ou teria sido de saudade do dinheiro que foi queimado no incêndio da transportadora de valores onde teria escondido dinheiro de propina que teria recebido? 

Cabral, o bumbum frio que o aquecia na privada polonesa, e Garotinho, o apavorado, nos enganaram, mentiram, tiveram uma vida boa e são responsáveis pela calamidade que atingiu o estado do Rio de Janeiro. Haverá alguém que possa ter por eles alguma simpatia, empatia? É irônico que Garotinho e Cabral tenham, agora, como domicílio o complexo penitenciário que construíram. Quem sabe ser, mesmo, apropriado. Não será surpresa que venha a se descobrir que receberam propina para aprovarem a construção do lugar.

Garotinho há de voltar, vencido o  prazo desse desvio que conseguiu por conta de sua condição. Mas, terá, sim, que enfrentar os que a quem teme, ser como eles, mesmo poeque não é nem jamais foi como nós. Não precisa ser para o presídio em Bangu. Seja lá para onde for, ficará no meio dos presos comuns, já que não tem curso superior.

O que devemos temer, mesmo que não tenha acontecido, é que Sérgio Cabral Filho seria presidente se Dilma o tivesse escolhido para vice, como se chegou a especular.

Anthony Garotinho deveria usar fraldão: levado à força para Bangu, gritava que tinha medo de ser assassinado.

Agora, Cabral tem encontro marcado com o juiz Sérgio Moro.

Cabral e Garotinho fazem companhia a outros presos que roubaram dinheiro público. No presídio em Bangu serão bons companheiros.

Que Pezão não tenha se envolvido nas falcatruas de Cabral e, consideradas as atuais condições, seria melhor renunciar.

Cabral e Garotinho terão que aceitar as condições que qualquer outro preso dispõe. Enfiem na cabeça que deveriam ter demonstrado preocupação com gente presa quando eram governadores. Quantos foram os presos, Garotinho, que procurou para saber se estavam passando mal, com dores no peito, etc.? Sabe-se a resposta: nenhum. Portanto, fique quieto e fique sem reclamar no presídio em Bangu.

Para Garotinho e Cabral Filho acabou a festa. Restas-lhes dar nomes. Pelo que já se sabe serão muitos nomes.

Os políticos estão preocupados e é bom que fiquem. Os brasileiros precisam de eventos diários, a prisão de algum político vagabundo, denunciado por ter participado do assalto praticado o longo dos 13 anos de governos do PT.

É impossível ter qualquer sentimento senão o de desprezo pelos vagabundos já presos.

Ernesto Lindgren
CIDADE ONLINE
18/11/2016

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