OPINIÃO > MATEUS MARINHO: 24 anos sem Senna, ídolo de uma nação

Ayrton Senna
Mateus Marinho
A memória deste 1º de maio que passou remete aos brasileiros apaixonados por esporte uma triste lembrança. Essa data marca 24 anos da morte de um dos maiores ídolos do esporte nacional, Ayrton Senna da Silva.
Este que vos escreve não teve o prazer de vê-lo correr ao vivo, mas me delicio com os vídeos antigos, vendo e revendo as voltas magistrais e as corridas épicas. Como não se arrepiar ouvindo o hino da vitória?
Mateus Marinho
Mais do que um piloto excepcional, Senna era uma grande pessoa. Mais do que os três títulos mundiais, mais do que as 161 corridas, as 41 vitórias e 65 pole positions. Senna era mais do que números. Um caráter sem igual, um ser humano altruísta, que ajudou inúmeras pessoas através de programas assistenciais.
A condição que ele impunha era uma só, sigilo absoluto. Talvez por isso poucos conheçam o lado além do piloto. O Instituto Ayrton Senna é o maior dos seus legados.
Senna foi, sem dúvidas, um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1. É o maior piloto brasileiro. E não há muita perspectiva, num futuro próximo ou distante, de que alguém vá roubar o seu lugar. Eu particularmente acredito que não. Nunca. Senna é eterno.
Infeliz foi aquela barra de direção que quebrou, fazendo Senna passar reto na curva Tamburello, no GP de Ímola. Ela quebrou também, quase que simultaneamente, o coração de milhões de brasileiros.
Como uma esportista pode ser tão ídolo de um país, sendo que grande parte da população nunca o viu em ação? Pois é, os gênios têm esse dom…
Mateus Marinho é jornalista
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