O experimento de Luiz Inácio Lula da Silva

Deu certo: o Estado brasileiro, em detrimento da Nação, é um dos mais corruptos do mundo.

65% dos participantes do experimento de Stanley Milgram continuaram a infringir dor no participante-cobaia aplicando choques elétricos cada vez mais intensos, mesmo que, mais tarde tenham admitido que o ato feria seus princípios éticos e morais. 100% deles aplicaram os choques até o penúltimo nível de intensidade.

Milgram se propôs a fazer o experimento para encontrar o motivo por que soldados alemães, em todos os níveis da hireraquia militar, assassinaram judeus, não só nos campos de concentração, mas, também, nas ruas, nas casas, nas fazendas, nas estradas, etc. Como se sabe, a justificativa foi aparentemente explicada no julgamento de Adolf Eichmann: estavam “cumprindo ordens” superiores o objetivo sendo o de alcançar a “solução final” para os judeus, qual seja exterminá-los. Instalou-se a “banalização do mal”.

A extensão da corrupção no Brasil, na era dos governos petistas, parece ter um paralelo com o que aconteceu na Segunda Guerra Mundial: petistas e aliados, inclusive membros da “oposição”, empenharam-se na institucionalização da corrupção, em todos os níveis do Poder Público, em todas as áreas, envolvendo de presidentes da República até vereadores e servidores públicos até o mais baixo nível da hierarquia estatal. Todos os atos estão sendo justificados pela imperativa necessidade de manter o PT e partidos aliados no poder. Ou seja, todos estavam empenhados em “cumprir ordem superior”, corrompendo e sendo corrompidos. Instalou-se a “banalização da corrupção”.

Dificilmente, contrário ao que aconteceu na Alemanha, onde se instalou o programa de “desnatização” de membros do poder público e da população, será possível instalar um programa de “descorrupção” no âmbito estatal e na Nação.

A corrupção do Estado, no Brasil, está aqui para ficar.

Ernesto Lindgren
CIDADE ONLINE
12/06/2017

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