Analfabeto funcional só escolhido a dedo

Analfabeto funcional só escolhido a dedo
Analfabeto funcional só escolhido a dedo

 

Analfabeto funcional só escolhido a dedo

Como foi o caso de um governador, que foi nomeado em uma UF considerada estratégica, à época dos governos militares, especificamente em 1979, sendo presidente Ernesto Geisel. Ocorre que era homem de formação moral e ética exemplar, e sábio, que conseguiu tirar seu estado de um nível primitivo de desenvolvimento político, social e econômico ao que atualmente ostenta. Admitia, publicamente, sua limitação fazendo uso de assessores competentes para implantar as transformações que idealizava.

No entanto, com a recuperação do nosso peculiar “Estado de direito”, elegeu-se, surpreendamo-nos, para a presidência da República um tal de Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, que continua a negar qualquer tipo de influência na montagem de uma organização criminosa que nos últimos 13 anos delapidou o patrimônio nacional.

A atual crise econômica não pode ser atribuída, especificamente, às erráticas políticas do mandato anterior da presidenta Dilma. O País está vivendo as consequências da atuação predatória dos membros daquela organização criminosa que se estruturou a partir de 2003.

O escárnio a que a ministra Carmem Lúcia do STF se referiu, iniciou-se naquele ano, e agora, e tarde demais, vem sendo revelado a conta-gotas. Exemplos disso são 1) a incompreensível audácia que o tal Lula teve de mandar preparar um cartaz que era exposto na portaria da sede do governo anunciando o que foi denominado de

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“Atendimento Específico”, a prioridade de atendimento ao seu amigo íntimo José Carlos Bumlai, fazendo de todos os brasileiros cidadãos de segunda classe. Bumlai poderia ser um ganhador de um Prêmio Nobel, mas nem isso seria necessário e suficiente para que lhe tenha sido concedido acesso irrestrito ao presidente. E, 2) o pagamento de R$2,4 milhões a um dos filhos desse tal Lula para produzir um relatório de um suposto estudo sobre assunto relacionado ao esporte, um gesto que se projeta sobre todos os pesquisadores amadores, mas qualificados, e profissionais deste País, em todos os níveis, como um deboche ética e moralmente inaceitável.

Configura-se, a cada nova revelação de comportamentos desse tal Lula, como sendo impossível continuar a se aceitar sua determinação em manter que não tinha conhecimento das barbaridades cometidas pela organização criminosa cujos membros o cercavam.

Nossa esperança, a deste País, é a de que a cada novo escândalo que se torne público, cresça na mesma proporção em que aumenta a perda de confiança nas instituições políticas, sociais e econômicas, o repúdio a esse tal Lula. Em recente pesquisa verificou-se ser de 47% a proporção de eleitores “que de jeito nenhum votariam no tal Lula caso se candidate à presidência em 2018”.

Que dentro em breve essa proporção seja de 99%, o 1% constituído dos corruptos, ativos e passivos, que almejam restaurar a organização criminosa que, sistematicamente, vem sendo desmontada. E que, dentro em breve, este País seja coberto de cartazes com os dizeres “Lula nunca mais”.

Ernesto Lindgren
CIDADE ONLINE
02/12/2015

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