Abertura de barras

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Meu recorte da costa da Região dos Lagos fluminense à foz do rio Itapemirim, no Espírito Santo, parece não ter nenhum critério, mas tem, mesmo que especialistas de mim discordem. De serra do Inoã, divisor de águas entre a baía de Guanabara e a Região dos Lagos, até o rio das Ostras, as lagoas se estendem de forma paralela à costa. São lagoas de restinga bastante semelhantes às lagoas de Jacarepaguá. O complexo da lagoa de Maricá está ligado ao mar pelos canais de Itaipuaçu e Ponta Negra. O complexo das lagoas de Jaconé e Saquarema também se liga ao mar por um canal. A grande lagoa de Araruama comunica-se com o mar pelo canal de Itajuru.

Do rio das Ostras ao rio Itapemirim, formaram-se lagoas como essas, paralelas à costa, e lagoas perpendiculares à linha costeira, sugerindo antigos rios com a foz barrada. Algumas têm barra delgada, que se abrem naturalmente atualmente com bastante raridade e mais amiúde mecanicamente. Outras foram barradas com cordões tão largos que ficaram muito afastadas da costa. Não seria mais possível restabelecer sua comunicação com o mar nem de forma mecânica.

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 Região dos Lagos: 1- Serra de Inoã; 2- Rio São João

Do rio São João ao rio Macaé
Do rio das Ostras ao rio Macaé, destacam-se três lagoas com esse feitio: a de Iriri, a de Itapebussus e a de Imboacica. Por relatos do século XIX, essas lagoas teriam água salgada, sugerindo um contado periódico com o mar. Em tempos mais remotos ainda, o volume de água deveria manter suas barras permanentemente abertas, caracterizando ecossistemas lóticos, ou seja, com águas correntes. A lagoa de Iriri abriu naturalmente sua barra em 2015, com as fortes chuvas. Mais recentemente, em novembro de 2016, a prefeitura de Macaé abriu a barra da lagoa de Imboacica, depois de parecer do Comitê de Bacias, segundo consta. A autorização tem gerado muita polêmica, pois o INEA declarou ter negado a requisição. Por sua vez, o Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Ambiental de Macaé, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sempre se posicionou contrário à abertura de sua barra. A lagoa teve suas margens ocupadas de forma desordenada depois da instalação de uma base da Petrobras em Macaé. Se, antigamente, a barra dessa lagoa se abria por força da água acumulada pelo rio Imboacica ou por ação mecânica, o objetivo era a entrada de peixe para a atividade pesqueira. Hoje, espremida pela malha urbana, muito esgoto corre para suas águas. Quando chove, ou o esgoto não flui ou reflui. Condomínios e hotéis, então, pressionam a prefeitura para a abertura da barra. Atualmente, essas aberturas danosas são mascaradas por pareceres técnicos.

aberturaDeBarras2Aspecto do rio Imboacica, hoje não mais existente. Foto: acervo do DNOS (1957).

Em 1982, o então governador do Rio de Janeiro, Antônio de Pádua Chagas Freitas promoveu a abertura de um canal extravasor da lagoa para o mar. Logo ele foi entupido pela areia transportada por correntes marinhas. Quanto à lagoa de Itapebussus, não há relatos de abertura de sua barra em periódicos nem em autores antigos.

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 1- Rio São João; 2- Rio Macaé

Do rio Macaé ao rio Paraíba do Sul
No estirão costeiro que se estende do rio Macaé ao rio Paraíba do Sul, as lagoas perpendiculares à costa estão protegidas pelo Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Suas barras não têm sido abertas por razões ambientais. Existem quatro lagoas maiores com esta orientação: Cabiúnas ou Jurubatiba, Comprida, Carapebus (a maior de todas), Paulista e Preta. A de Carapebus tem uma larga barra que já foi aberta várias vezes, pois a lagoa regula as águas da restinga hoje protegida pelo Parque e até da planície aluvial.

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1- Lagoas de Jurubatiba ou Cabiúnas; 2- Comprida; 3- Carapebus; 4- Paulista; 5-Preta; 6-Barra do canal da Flecha.

Antes da chegada dos europeus ao que hoje recebe o nome de Norte Fluminense, a lagoa Feia escoava suas águas por inúmeros canais que formavam o extinto rio Iguaçu. A atual lagoa do Açu era a sua barra. A lagoa hoje tem forma arredondada, diferindo das que estamos examinando. No passado, ela formava um conjunto lagunar com a lagoa da Ribeira. Os antigos descreviam sua forma como arredondada e paralela à costa. Houve duas tentativas de abreviar sua defluência. A primeira foi empreendida pelo capitão José de Barcelos Machado em 1688. Ele era um grande proprietário rural. A vala aberta entre o rio Iguaçu e o mar recebeu o nome de vala do Furado. Ela só funcionava quando as águas de enchente forçavam sua barra ou mecanicamente. Assim que a pressão da água doce cessava, o mar a tamponava.

A segunda tentativa foi feita pelo engenheiro Marcelino Ramos da Silva, em 1898, que concebeu e efetivou o canal de Jagoroaba ou Ubatuba no ponto em que a lagoa mais se aproxima da linha de costa. O canal foi um fracasso completo, pois que aberto em terreno arenoso que logo desmoronou e assoreou a vala. Entre 1942 e 1949, o extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS) abriu o canal da Flecha, ligando a lagoa ao mar e cortando a planície aluvial. O poderoso órgão evitou, assim, o desmoronamento das margens. Mas não pôde evitar que as correntes marinhas dominantes tapassem a barra. Para mantê-la sempre aberta, o DNOS concebeu o prolongamento da barra por dois espigões de pedra, corpo estranho nesse trecho costeiro.

O resultado foi desastroso. A corrente marinha principal acumulou areia no lado direito do canal (em Quissamã) e erodiu o lado esquerdo (em Campos dos Goytacazes). A afastada barra da lagoa Feia aguarda solução, pois o mar a assoreou.

A partir do canal da Flecha, quem se dirige a leste encontrará a lagoa do Lagamar. Seu aspecto não sugere que seja um corpo d’água perpendicular à costa. Será preciso vê-la do alto ou num mapa para concluir que ela era o rio Iguaçu engordado que recebia, ao norte, um volumoso afluente. Quando das cheias, as águas abriam sua barra naturalmente. Os antigos denominavam-na Barra Velha. A urbanização do Farol de São Tomé e da própria lagoa, uma Área de Proteção Ambiental (APA) municipal que foi transformada num ponto de lazer, consolidou o solo de tal forma que a barra não pode mais se abrir nem ser aberta. No entanto, por via subterrânea ainda verte água do mar para a lagoa.

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Lagoa do Lagamar: 1- Lagoa; 2-remanescentes do rio Iguaçu; 3- afluente do Iguaçu; 4- local da Barra Velha; 5- canal do Quitingute, aberto pelo DNOS; 6- mancha urbana do Farol de São Tomé.

Ainda em direção a leste, encontra-se o estirão final do rio Açu. Foi o que restou dele de forma contínua, recebendo o nome de lagoa do Açu. No local, ele ainda é conhecido por rio Açu. Sua barra está fechada. A salinidade da lagoa costuma ser maior que a do mar. Sua barra era costumeiramente aberta. Hoje, ela está integralmente no interior do Parque Estadual da Lagoa do Açu.

A abertura da barra está proibida.
Continuando a marcha em direção ao rio Paraíba do Sul, encontram-se duas lagoas que, no passado, eram braços auxiliares do Paraíba do Sul. Trata-se das lagoas de Iquipari e de Gruçaí. O rio tinha vários defluentes que o ligavam ao rio Iguaçu. As águas fluíam do primeiro para o segundo. O penúltimo defluente era o rio Água Preta ou Doce. Dele partiam os braços de Gruçaí e Iquipari, que rompiam suas barras quando das cheias do rio principal. Quando o DNOS aprofundou o rio Água Preta e o transformou no canal do Quitingute. A ligação dos dois braços foi cortada e eles passaram a ser conhecidos como lagoas de Gruçaí e Iquipari. A primeira sofreu acentuado processo de urbanização de suas margens, com invasões, inclusive. Sem infraestrutura básica de saneamento, o esgoto das casas é lançado na lagoa e provoca eutrofização (superalimentação da água). Os habitantes das margens pressionam a prefeitura de São João da Barra para a abertura da barra. Então, toda a água poluída vai para o mar. Adultos e crianças banham-se nela e no mar, defronte à barra. Talvez, a lagoa de Gruçaí seja a que mais se assemelha à lagoa de Imboacica, também superurbanizada, só que por residências de luxo e por hotéis.

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Adensamento urbano na barra da lagoa de Gruçaí, que corre para o mar na forma de língua negra. Foto de Dina Lerner (1992).

Habitualmente, a lagoa de Iquipari também tinha comunicação permanente e/ou periódica com o mar. Prova dessa ligação é o desenvolvimento de plantas exclusivas de mangue no seu interior. Essas plantas ou cresceram a partir de sementes que entraram no sistema quando de sua barra aberta ou foram introduzidas por ação humana.

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Exemplar de mangue branco na barra da lagoa de Iquipari. Foto do autor (2016)

A mais polêmica abertura da barra da lagoa de Iquipari ocorreu em 1991. A bióloga Norma Crud, da extinta Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA), emitiu parecer favorável à abertura da barra observando critérios ecológicos. Por sua vez, a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ), também em parecer, posicionou-se contra a abertura da barra. Por trás dos entendimentos científicos, havia os interesses de uma usina de açúcar, que desejava a barra fechada para garantir água doce destinada à irrigação, e dos pescadores, que pleiteavam a abertura da barra para a entrada de peixes. Hoje, a grande ameaça à lagoa é o Complexo Logístico Industrial Portuário do Açu (CLIPA).

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Entre canal da Flecha e rio Paraíba do Sul

Do rio Paraíba do Sul ao rio Guaxindiba
Entre estes dois rios, a restinga que se formou depois de 5.000 anos passados, tamponou a foz de vários riachos que desciam dos tabuleiros e desembocavam no mar. Estes pequenos cursos d’água se transformaram em lagoas alongadas, com forma dendrítica (feição de árvores esgalhadas). Do sul para o norte, a sucessão de lagoas atualmente é a seguinte, considerando-se apenas as principais: Brejo Grande, dos Bondes, de São Gregório, de Santa Maria, da Saudade, de Floresta, de Imburi, da Sesmaria e de Macabu.

Uma avaliação a olho nu, mostra que a barragem desses antigos córregos é tão larga que seria impossível abrir um canal para cada lagoa até o mar. Foi possível na lagoa Feia, mas a custos ecológicos altos. No caso das lagoas de tabuleiros em questão, o mar formou, no seu recuo (regressão), uma grande lagoa paralela à costa. Trata-se da lagoa do Campelo. Como mostrou a geógrafa Leidiana Alonso Alves, a lagoa do Campelo funciona como um pequeno mar interior que recolhe as águas das lagoas de tabuleiros. E esse pequeno mar interior não está inteiramente fechado. Naturalmente, ele recebia e escoava água para o rio Paraíba do Sul pelo córrego da Cataia. Pelo valão de Mundeuzinho, as águas de cheias alcançava, com dificuldade, o rio Guaxindiba, como se pode ver no mapa desenhado por Alberto Ribeiro Lamego em 1954.

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Complexo da lagoa do Campelo: 1- unidade da Formação Barreiras: 2- setor norte da restinga de Paraíba do Sul; 3- mar; 4- rio Paraíba do Sul; 5- lagoa do Campelo; 6- córrego da Cataia; 7- canal do Vigário; 8- canal Engenheiro Antonio Resende.

Em suas obras, o extinto DNOS construiu um sistema de comportas que só permitia a saída de água da lagoa do Campelo pelo Paraíba do Sul pelo córrego da Cataia. Para a alimentação dessa lagoa pelo grande rio, o órgão abriu o canal do Vigário. Seu intento era estabilizar a lâmina d’água da lagoa. A fim de escoar o excedente hídrico, o DNOS sistematizou a vala do Mundeuzinho e abriu o canal Engenheiro Antonio Resende, ligando a lagoa do Campelo ao rio Guaxindiba e ao mar. Assim, por vias transversas, as lagoas de tabuleiros chegam ao mar escoando para a lagoa do Campelo e desta para o mar, desde que o sistema funcione normalmente.

Do rio Guaxindiba ao rio Itabapoana
Entre esses dois rios, o mar confina com uma unidade da Formação Barreiras (tabuleiros). Ela era coberta com densa floresta estacional semidecidual, uma variedade de mata atlântica que perde parte das folhas na estação seca. Era também cortada por córregos com foz no mar. Num passado remoto, talvez eles mantivessem suas barras sempre abertas, pois contavam com vazão maior que a atual, já que o ambiente nativo proporcionava condições para grande umidade. Pelo menos, é de se supor que suas barras fossem abertas para o mar periodicamente.

Hoje, as profundas mudanças ambientais promovidas pela mineração, agricultura, pecuária e atividades humanas afetaram de tal modo esses córregos que eles se transformaram em lagoas alongadas, incidindo obliquamente sobre a linha de costa. De sul para norte, sucedem-se as seguintes lagoas: Manguinhos, Barrinha, Buena, Tatagiba Mirim, Tatagiba Açu, Guriri, Doce e Salgada.

A de Manguinhos abre sua barra naturalmente por força das cheias. A de Barrinha foi muito alterada em seu curso e hoje mal conta com água para abastecer sua pequena caixa. A de Buena teve sua barra fechada permanentemente para fornecer água doce às atividades de lavra da usina das Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Posteriormente, o órgão de meio ambiente do Estado do Rio de Janeiro determinou que a empresa removesse a barragem. Mas o córrego nunca mais se recuperou. Além de assoreado, ele está muito eutrofizado. A de Tatagiba Mirim teve sua barra suprimida. Por atividade de lavra, a de Tatagiba Açu perdeu sua barra. Atualmente, ela escoa suas águas por ocasião das enchentes por uma vala aberta pela comunidade local. As Doce e Salgada são sistemas muito pequenos e não conseguem mais chegar ao mar.

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Rio Guaxindiba; 2- lagoas de Manguinhos; 3- de Barrinha; 4- de Buena; 5- Tatagiba Mirim; 6- Tatagiba Açu; 7- Guriri; 8- Doce; 9- Salgada; 10- rio Itabapoana

Do rio Itabapoana ao rio Itapemirim
Entre esses dois rios, o terreno cortado pelos antigos cursos d’água continua sendo a Formação Barreiras, que, localmente, termina no rio Itapemirim. A posição dos córregos-lagoas é também oblíqua à linha de costa. O mapa abaixo registra a grande lagoa Feia do Itabapoana, que é, na verdade, uma grande várzea formada pelo rio Itabapoana. Aqueles corpos d’água aqui investigados localizam-se acima da restinga de Marobá. São os seguintes, de sul para norte: Marobá, Criador, Boa Vista, Tiririca, Quarteis, Caculucage, Mangue, Pitas, Lagoinha, Siri, Dantas, Encantada e Funda.

É raro encontrar as lagoas de Marobá e Criador, que se interligam, com a barra fechada. Embora tenham caixa considerável, pouca é a vazão de ambas. Mesmo assim, a barra se mantém aberta, seja por força da água continental, seja pela transgressão do mar. Não há mais atividade pesqueira nos dois sistemas. A barra da de Boa Vista sofreu considerável urbanização. Ela é aberta mecanicamente pelos moradores. O mesmo aconteceu com Tiririca. A urbanização fragmentou seu trecho final, junto à barra, só aberta por força de máquinas ou de ferramentas. A dos Quarteis é uma pequena lagoa que perdeu bastante de suas características. Suspeita-se que tenha se transformado em marisma.

A maior de todas é a de Caculucage, que teve sua barra consolidada para passagem da rodovia estadual ES-60. Quando ela enche por força das chuvas, um cano de extravasamento não permite que ela transborde. As do Mangue e das Pitas são muito semelhantes. Dois pequenos sistemas barrados que conseguem abrir suas barras eventualmente. Lagoinha foi muito adulterada.

Sua foz foi desviada para o sul por um camping. Seu curso foi interrompido num ponto crucial.

A mais problemática de todas é a do Siri. Três atividades econômicas a disputam: a pesca, a agricultura e o lazer. Para os pescadores, em franco declínio, interessa a barra aberta permanente ou periodicamente para a entrada de peixe. Para a agricultura, a barra deve sempre estar fechada para que a água salgada não entre e salinize as águas destinadas a irrigação. No trecho final, o leito se alarga. Vários restaurantes foram construídos. Nesse ponto, a água é muito poluída. Quando da saturação por esgoto e lixo, os donos de restaurantes pleiteiam a abertura de sua barra.

Revendo o conjunto de lagoas examinadas aqui, pode-se afirmar que as lagoas de Imboacica, no sul, a de Gruçaí, no centro, e a de Siri, no norte, apresentam afinidades. Em escalas distintas, as três são vítimas da urbanização. Finalmente, as três lagoas a seguir, D’Antas, Encantada e Funda, já estão sendo engolidas pela cidade de Marataízes.

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Lagoas do sul do Espírito Santo. Mapa organizado por Leidiana A. Alves e José Maria R. Miro.

Quando essas lagoas conseguiam manter suas barras abertas de forma permanente ou periódica, a realidade ecológica que as envolvia era bem distinta da atual. Existiam vastas florestas que garantiam o fornecimento de água e reduziam o processo de erosão. Assim, seus leitos não apresentavam altas taxas de assoreamento. Não havia também atividades de mineração e atividades poluidoras. Atualmente, a supressão das florestas, a lavra, a agropecuária e o turismo empobreceram esses sistemas hídricos, transformando quase todos eles de cursos d’água em lagoas. Uma nova flora e fauna se desenvolveram em ambiente fechado. A abertura descuidada da barra arrasta a fauna adaptada a novas condições ambientais para o mar. Ela não sobrevive às novas condições. A fauna que entra na lagoa também não está adaptada. A flora também sofre e morre. É prudente manter as barras fechadas e combater a poluição. Existindo agora uma nova realidade ambiental, as aberturas de barra devem ser cuidadosamente precedidas de estudos detalhados.

Trabalhos consultados
ALVES, Leidiana Alonso. Análise geossistêmica da variação temporo-espacial dos espelhos d’água das lagoas do sistema Campelo entre os anos de 2006 e 2015. Campos dos Goytacazes: IFF/Centro, 2016.
ALVES, Leidiana Alonso; Miro, José Maria Ribeiro e Soffiati, Arthur. Lagoas do sul do Espírito Santo: o lugar da natureza na fronteira urbana do sul capixaba. Inédito.
FLORES, Ricardo Boulcault e MENEZES, Marcos Bezerra de. Relatório técnico. Rio de Janeiro: Fundação Instituto de Pesca, 17/10/1991.
LAMEGO, Alberto Ribeiro. Geologia das quadrículas de Campos, São Tomé, Lagoa Feia e Xexé. Boletim nº 154 da Divisão de Geologia e Mineralogia. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 1955.
LAMEGO, Alberto Ribeiro. O homem e o brejo. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Geografia, 1945; 2ª edição. Rio de Janeiro: Lidador, 1972,
LIMA, V. S. Variação Espaço-Temporal do Espelho D’água da Lagoa Feia, RJ. Vitória/ES: UFES. Universidade Federal do Espírito Santo (Dissertação de Mestrado), 2014.
MACIEL, Norma Crud. Parecer. Rio de Janeiro: Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, 16 de outubro de 1991.
MARTIN, Louis; SUGUIO, Kenitiro; DOMINGUEZ, José M. L.; e FLEXOR, Jean-Marie. Geologia do Quaternário costeiro do litoral norte do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Belo Horizonte: CPRM, 1997.
SOFFIATI, Arthur. Lagoa de Iriri. Revista Cidade. Cabo Frio: 18 de dezembro de 2015.
SOFFIATI, Arthur. Lagoas do Norte Fluminense: contribuição à história de uma luta. Campos dos Goytacazes: Essentia, 2013.
SOFFIATI, Arthur. São Francisco de Itabapoana – RJ: ecossistemas nativos, problemas ambientais e perspectivas futuras. Anais do I Encontro Científico da Estação Ecológica Estadual de Guaxindiba. Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente, 26 e 27 de março de 2013.
VILAÇA, Dayana Rodrigues Coutinho. As intervenções realizadas pelo complexo logístico industrial portuário do Açu (CLIPA) e seus reflexos na dinâmica ecossistêmica da lagoa de Iquipari, São João da Barra/RJ, Campos dos Goytacazes: IFF, 2014.

Arthur Soffiati é historiador ambiental e pesquisador do Núcleo de Estudos Socioambientais da UFF/Campos

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